Comitê Gênero e Sexualidade

Comitê Gênero e Sexualidade/ABA pede saída de Feliciano

A ABA vem se somar às inúmeras vozes que pedem o imediato afastamento do deputado Marcos Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal. As posições políticas do Deputado, reafirmadas em suas manifestações públicas, chocam-se frontalmente com as justas aspirações de diferentes populações, categorias e grupos sociais, cujos direitos humanos vêm sendo intensa e sistematicamente defendidos por nossa Associação ao longo de sua história. A permanência do Deputado frente à Comissão significa não apenas uma ameaça à extensão dos direitos à cidadania no país, como uma afronta a todos as entidades profissionais e organizações brasileiras realmente comprometidas com a promoção dos direitos humanos entre nós. O Comitê Gênero e Sexualidade da ABA assinou a petição que requer um posicionamento da Secretaria de Direitos Humanos (SDH/PR) quanto à eleição do Dep. Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal.

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Relatório de atividades do Comitê Gênero e Sexualidade

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Coordenação do Comitê de Gênero e Sexualidade e a Presidência da ABA subscrevem documento sobre a reforma do código penal relativa ao aborto a ser enviado ao Senado

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Nota da Comissão de Direitos Humanos e Grupo de Trabalho "Gênero e Sexualidade" da ABA

A Associação Brasileira de Antropologia (ABA) manifesta sua profunda tristeza pelo brutal assassinato do colega Cleides Antônio Amorim, professor da Universidade Federal do Tocantins, ocorrido na cidade de Tocantinópolis (TO) na madrugada do último dia 05 de janeiro.

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Veja aqui a resposta da Secretaria de Direitos Humanos
Leia aqui o ofício da ABA solicitando celeridade, ao Juiz da 1ª Vara Criminal de Tocantinópolis, nos procedimentos que envolvem a apuração e o julgamento do ocorrido


Moção de apoio a políticas públicas de combate à homofobia no ambiente escolar e universitário no Brasil - Grupo de Trabalho “Gênero e Sexualidade”da ABA

O Grupo de Trabalho “Gênero e Sexualidade”, da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), assinou uma moção de apoio a políticas públicas de combate à homofobia no ambiente escolar e universitário no Brasil. O documento, que conta até o momento com outros 47 signatários - núcleos, grupos e laboratórios de pesquisa de várias partes do país -  já foi aprovado em três eventos científicos no mês de julho: no I Encontro Nacional de Núcleos de Saúde Pública/Saúde Coletiva, realizado em Brasília, na 63ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, ocorrida em Goiânia, e na IX Reunião de Antropologia do Mercosul, em Curitiba. A moção, que permanece aberta à adesão de novos signatários, ainda será apresentada em outros eventos neste ano.

O principal objetivo da iniciativa é salientar o apoio da academia à promoção de políticas públicas com vistas à superação do preconceito, da discriminação e da violência que atingem lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no Brasil. Considera-se imprescindível, especialmente, que o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação e da Secretaria de Direitos Humanos, apóie a produção e divulgação de material didático e paradidático voltado ao combate à homofobia no ambiente escolar e universitário, nos moldes do que vinha sendo feito por meio do projeto “Escola sem Homofobia”.

A moção, bem como a listagem de eventos que a venham a aprovar, está disponível em www.sertao.ufg.br.


Nota de Repúdio à Violência Homofóbica - Site do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades

Justiça para antropólogo Cleides Amorim.

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Carta aberta à comunidade acadêmica da Universidade Federal do Tocantins e a população em geral

A injúria tem marcado a construção social de sujeitos que escapam a heterossexualidade e as normas de gênero. O principal alvo desta violência tem sido lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. A homofobia traduz-se pela finalidade de "desumanizar o outro e torná-lo inexoravelmente diferente" (BORRILLO, 2010[1]).

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