Comunicamos que a ABA funcionará até o dia 19 de dezembro de 2025 (sexta-feira), devido ao recesso coletivo de final de ano, e retornará às atividades no dia 05 de janeiro de 2026 (segunda-feira).
Agradecemos a parceria ao longo deste ano e esperamos continuar contando com o apoio de todas as pessoas filiadas à ABA para o ano que se aproxima.
Que o período de festas permita a renovação das energias para os desafios e as conquistas de 2026.
Desejamos boas festas e um Ano Novo espetacular!

35ª Reunião Brasileira de Antropologia!
ANTIRRACISMO E PLURIDIVERSIDADE
"no meio do caminho, deslizantes águas"
Comunicamos que o site da 35ª Reunião Brasileira de Antropologia (RBA) está no ar, confira no link https://35rba.abant.org.br/.
As submissões de resumos para Grupos de Trabalhos (GTs) estão abertas de 15 de dezembro de 2025 até 20 de janeiro de 2026. Confira as regras para submissão:
https://www.35rba.abant.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=493.
Desejamos que a 35ª RBA seja um encontro promissor, com trocas de saberes e comunicações de fazeres antropológicos. Contamos com a sua presença!
A escalada de tensão política na Guiné-Bissau, marcada pela interrupção das eleições e pela intervenção direta de setores militares, exige pronunciamento firme das instituições acadêmicas comprometidas com a democracia e com os direitos dos povos africanos. O Comitê de Estudos Africanos, da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) vem, por meio desta nota, repudiar a ruptura da normalidade constitucional e manifestar solidariedade à população guineense.
Ao longo dos últimos anos, a Associação Brasileira de Antropologia (ABA), como Amiga da Corte no RE 1017365, vem acompanhando o julgamento sobre a pretensão de se estabelecer um marco temporal para a demarcação de terras indígenas no país, tendo apresentado memorial próprio e dialogado com Ministros desse egrégio STF. Com a referida tese rejeitada pelo STF, com tese de repercussão geral ainda pendente de apreciação em Embargos de Declaração, a aprovação, logo em seguida, da Lei nº 14701/2023 pelo Congresso Nacional a retomou e, em sua inteireza, tem deixado um rastro para obstaculizar a garantia plena do estabelecido na Constituição Federal aos Povos indígenas e, de modo crucial, os processos de demarcação das terras indígenas, compreendendo a garantia da preservação dos seus recursos ambientais.
A presidenta Luciana Dias esteve presente no VI Colóquio Internacional: Cânones, Bibliotecas e Patrimônios Africanos e Afrodiaspóricos que aconteceu na Université d'Abomey-Calavi, Cotonou, Bénin, entre os dias 24 e 29 de novembro. Segundo Luciana Dias, durante o colóquio houve uma discussão muito profícua sobre os processos de canonização – ressaltando como se constroem os cânones e como se fortalece – bem como uma discussão de como fortalecer as bibliotecas africanas e afrodiaspóricas.

Aconteceu no dia 03 de dezembro de 2025, em Brasília, o evento presencial de encerramento do Kala-Tukula, uma iniciativa inédita do Ministério da Igualdade Racial (MIR) do Brasil, instituída pela Portaria N° 215, de 28 de novembro de 2024. Esta primeira edição foi realizada em uma parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG) e teve como foco a 30ª Conferência das Partes (COP30) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, realizada em Belém, em novembro de 2025.
O Programa Kala-Tukula de Desenvolvimento de Lideranças para a Governança Global busca promover e financiar a participação efetiva de lideranças quilombolas, tradicionais de matriz africana, povos de terreiros, ciganas e outras representações da comunidade negra em instâncias de decisão globais, especialmente aquelas relacionadas à governança ambiental, direitos humanos e negociações climáticas internacionais. O nome "Kala-Tukula" é uma referência à cosmologia Bakongo. Kala representa o nascimento, o início e o tempo de aprendizado. Tukula, por sua vez, representa o ápice da força e da liderança, o tempo de amadurecimento coletivo.
A presidenta da ABA e coordenadora-geral do Programa Kala-Tukula, Luciana Dias, participou da COP30, o que lhe permitiu acessar uma agenda estratégica de discussões sobre justiça climática e racismo ambiental. Ela destacou avanços significativos, especialmente a aprovação de documentos centrais relacionados à transição justa, ao Plano de Ação de Gênero (GAP) e aos Objetivos Globais de Adaptação (GGA). Em todos esses instrumentos, foram asseguradas menções explícitas a “afrodescendentes”, resultado de articulação contínua e comprometida.
Em seu discurso, a antropóloga ressaltou que “o Programa Kala-Tukula tem a potencialidade de ir além, de fazer mais, de seguir em luta por reparação e bem viver”, reforçando o compromisso da iniciativa com agendas estruturantes e com a ampliação da justiça socioambiental.
O Programa Kala-Tukula assegurou, nesta primeira edição, a formação de 74 lideranças para atuação em espaços de negociação internacional, com foco nas agendas climática, ambiental e de direitos humanos. Os cursistas, que receberam a certificação durante o Encontro Presencial, são oriundos dos mais variados Estados da Federação e se deslocaram para Brasília com o objetivo de assegurar sua participação no evento, que além da presença de Luciana Dias, contou com a presença da ministra Anielle Franco e ampla equipe do MIR. Vida longa ao Kala-Tukula!
A ABA, por meio de seus representantes na Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (CNEEI - MEC), professor Gersem Baniwa e professora Ana Gomes participaram, no dia 27/11/2025, da cerimônia de lançamento da primeira universidade indígena, cujo campus sede será implantado em Brasília. A Universidade Federal Indígena (Unind) representa importante conquista e um marco histórico nas políticas educacionais do Brasil, resultado da luta dos povos indígenas, tendo o Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena” (FNEEI) como articulador principal.
Para celebrar o Dia Internacional dos Direitos Humanos neste 10 de dezembro, data que marca a adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, comunicamos que está disponível na TV ABA a roda de conversa com as autoras e autores da obra Antropologia e Direitos Humanos - Vol. XI. Lançado pela ABA com os artigos premiados pelo XI Prêmio de Direitos Humanos durante a Reunião Brasileira de Antropologia de 2024, o livro apresenta textos cujo enfoque estão na pluralidade de saberes e práticas de pesquisa na antropologia em direitos humanos e pode ser acessado na íntegra gratuitamente em: https://portal.abant.org.br/publicacoes/publicacao/118449.
Para acompanhar a roda de conversa entre autoras e autores, acesse o canal da TV ABA através do link: https://youtu.be/49J_Xb6d8A0?si=8KsvfOayJ-M0cU0n.
Primeira chamada 2026:
- 10/03/2026 – Prazo para a Secretaria Administrativa receber toda a documentação de solicitações;
- 09/04/2026 – Divulgação dos resultados a pessoas candidatas por e-mail
Segunda chamada 2026:
- 03/09/2026 – Prazo para a Secretaria Administrativa receber toda a documentação de solicitações;
- 06/10/2026 – Divulgação dos resultados a pessoas candidatas por e-mail
Informações:
Pedidos de filiação
Mudanças de categoria
16/12/2025, 14h
Comissão Editorial de Livros Científicos, Comissão de Direitos Humanos e Comitê de Antropologia Negra
TV ABA: https://www.youtube.com/tvaba
Lançada em dezembro de 2024, a coletânea reúne manuscritos de autoria de antropólogas e antropólogos que descrevem e analisam processos articulados em torno da demanda por direitos e reconhecimento da diversidade e da luta antirracista em contextos diversos. As temáticas mobilizadas gravitam em torno da organização política de populações indígenas e quilombolas; encarceramento e violência de Estado; ações humanitárias; migração e refúgio; subjetivação, trabalho e organização política de mulheres negras. Inicialmente, o livro reflete sobre a associação entre os processos de formação de uma estrutura de poder que se baseia na hierarquização racial e social entre os sujeitos e a constituição de um complexo e duradouro sistema de exploração baseado no racismo que precariza e desumaniza vidas, sequestra dignidades e impede o reconhecimento e efetivação de direitos a segmentos e populações precarizadas. Este livro contribui para um posicionamento inevitável no debate na disciplina antropológica diante do reconhecimento de direitos na diferença, tanto quanto da valorização e explicitação da posição epistemológica de antropólogas negras e antropólogos negros que historicamente foram invisibilizados, apagados e subjugados à condição de saber marginalizado, minoritário e, pejorativamente, militante. Assim, um ano depois de seu lançamento, organizadoras e autores nos reunimos para dialogar sobre a obra, ora processo, ora resultado, que se configura como uma ferramenta fundamental para demarcar a presença negra, com agência e autoria, na antropologia brasileira comprometida com a luta por direitos e com a inovação teórica e metodológica da disciplina.
Lançamento v11, n1 (2025)
Aceitamos submissões em fluxo contínuo para todas as seções, além de propostas de Fórum. A fim de promover o debate, convidamos também nossos/as leitores/as a enviarem respostas aos fóruns já publicados, assim como a textos publicados em outras seções. Mais informações no site: http://novosdebates.abant.org.br/.
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Vibrant v. 21 (2024)
O último volume da Vibrant está disponível na íntegra (https://vibrant.org.br/vibrant-v-21-2024-2/)
Para mais informações clique aqui.
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É com profundo pesar que a Associação Brasileira de Antropologia comunica o falecimento da Professora Doutora Tania Dauster. Antropóloga e Professora Emérita da PUC-Rio, Tania integrou a ABA e foi uma das vozes pioneiras no campo da Antropologia e Educação. Deixa como herança intelectual um modo singular e abrangente de compreender a educação como expressão da cultura, perspectiva que marcou e segue inspirando inúmeras pesquisas nas ciências humanas. Foi, e continuará sendo, exemplo de rigor, generosidade e compromisso acadêmico. Aos familiares, amigos, colegas e a todos que tiveram o privilégio de aprender com sua sensibilidade e sabedoria, estendemos nossa solidariedade e nossos mais profundos sentimentos diante desta perda inestimável.
Nota de pesar na Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da ABA
É com pesar que a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da ABA comunica a passagem de Tania Dauster Magalhães e Silva, ocorrida no dia 10 de dezembro de 2025. Professora Emérita da PUC-Rio e associada da ABA, Tania Dauster contribuiu de modo definitivo para o campo da Antropologia da Educação no Brasil. Criou e implementou em 1987 a disciplina “Antropologia e Educação” no primeiro programa de pós-graduação stricto sensu em Educação do Brasil (PUC-Rio), oferecida também ao curso de Pedagogia. Consolidou um campo de investigação que se tornaria referência dentro e fora da universidade, instituindo o fazer antropológico como estratégia para a formação de educadores.
Data: 22 a 24 de abril de 2026
Local: UFRGS, Porto Alegre, RS
Informações: https://ras2026.sinteseeventos.com.br/
Data: 26 a 31 de julho de 2026
Local: Rio de Janeiro, RJ (UNIRIO, UFRJ e UERJ)
Informações: https://www.alas2026.sinteseeventos.com.br/
A revista FLOVET - Flora, Vegetação e Etnobotânica - vinculada formalmente ao Departamento de Botânica e Ecologia do Instituto de Biociências da Universidade Federal de Mato Grosso (IB/UFMT) divulga a prorrogação da chamada de artigos para o Dossiê Temático "Conhecimentos ancestrais e a sobrevivência multiespécie: experiências de vidas compartilhadas para uma ética ecológica". Prazo para submissões: 31 de dezembro de 2025. Informações: Chamada.
A Revista Iluminuras, Publicação Eletrônica do Banco de Imagens e Efeitos Visuais - NUPECS/LAS/PPGAS/IFCH e ILEA/UFRGS, divulga chamada de artigos o dossiê "Memória e trajetórias de mulheres: experiências, narrativas e resistências", v. 27 n. 74 (2026). Prazo para submissões: 30 de março de 2026. Informações: Chamada: v. 27 n. 74 (2026).
Revista Mediações, periódico que opera em fluxo contínuo, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia, da Universidade Estadual de Londrina (PPGSOC-UEL), torna pública a chamada para o Dossiê: Desobediência civil e ilegalidades politicamente motivadas: casos e experiências do sul global (Mediações, vol. 31 - 2026/3). Prazo para submissões: 15 de julho de 2026. Informações: Chamada: Mediações, vol. 31 - 2026/3.
Wamon, Revista dos alunos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) - v. 10 n. 1 (2025): Dossiê Encarceramento e interseccionalidade na temática prisional na Amazônia e no Nordeste.
Revista Iluminuras, Publicação Eletrônica do Banco de Imagens e Efeitos Visuais - BIEV/LAS/PPGAS/IFCH/UFRGS - v. 26 n. 72 (2025): Futebol como fenômeno social e cultural.
Ambivalências, Revista científica de circulação semestral, mantida pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia da Universidade Federal de Sergipe (PPGA-UFS) - v. 13 n. 26: edição jul-dez/2025.
Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Periódicos científicos mais antigos do Brasil - Ciências Humanas, v.20, n.3.
Autoria: Carmen Rial, Fábio Machado Pinto, Igor Martinache, Frédéric Rasera
Ano de lançamento: 2025
ISBN: 978-65-87289-57-1
DOI: 10.48006/978-65-87289-57-1
Autoria: Vanrochris Helbert Vieira
Ano de lançamento: 2025
ISBN: 978-85-87289-60-1
DOI: 10.48006/978-85-87289-60-1
Organização: Rosana Castro e Ana Cláudia Rodrigues
Ano de lançamento: 2025
Editora: Fiocruz
Organização: Breno Rodrigo de Alencar Gekbede Dantas Targino Marcelo da Silva Araújo
Ano de lançamento: 2025
Editora: EDIFPA
O genocídio em Gaza segue em curso. O dia 07 de outubro de 2023 é, sem dúvida, um marco, mas o massacre realizado por Israel é anterior e ainda perdura mais de dois anos depois. Neste debate, apresentado por Maria Filomena Gregori, presidente da Anpocs, recebemos os professores Paulo Sérgio Pinheiro e Paulo Casella para refletirem sobre o contexto da crise em Gaza, sobre a perspectiva do direito internacional e sobre os muitos desafios que ainda restam quando se fala da situação Palestina.
Episódio: Anpocs Pública - ep. 06 - Genocídio em Gaza: contexto e desafios
A Rede Infâncias Protagonistas: migração, arte e educação, coordenada por Luciana Hartmann, da Universidade de Brasília, recebeu no dia 11 de dezembro o 2º lugar no 1º Prêmio de Incentivo à Pesquisa em Direitos Humanos, promovido pelo Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) e pelo CNPq.
O trabalho da Rede foi reconhecido na categoria “Tradução do Conhecimento em Direitos Humanos”, celebrando o compromisso desse coletivo com a divulgação científica sobre e com as crianças e jovens migrantes e refugiados, por meio de jogos, podcast, livros infantojuvenis, entre outros.
A cerimônia de premiação foi realizada durante a 13ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos, em Brasília (DF) e está disponível no link: https://www.youtube.com/live/Lv0ewhToP7A
Maiores informações sobre os materiais produzidos pela Rede Infâncias Protagonistas podem ser obtidas no site: https://www.infanciasprotagonistasunb.com.br/
| Atenção: As ideias, opiniões e informações expostas no informativo e nas redes sociais da ABA são de responsabilidade das pessoas de sua autoria, não refletindo, necessariamente, a opinião ou posição da ABA. |
Associação Brasileira de Antropologia
No meio do caminho: deslizantes águas (2025-2026)
Presidência: Luciana de Oliveira Dias (UFG)
Vice-presidência: Henyo Trindade Barretto Filho (UnB)
Secretaria Geral: Waldemir Rosa (UNILA)
Secretaria Adjunta: Juliana de Farias Mello e Lima (UERJ)
Tesouraria Geral: Silvana de Souza Nascimento (USP)
Tesouraria Adjunta: Jacqueline Moraes Teixeira (UnB)
Diretoria:
Antônio Hilário Aguilera Urquiza (UFMS)
Flavia Medeiros Santos (UFSC)
Lucybeth Camargo de Arruda (UFOPA)
Vera Regina Rodrigues da Silva (UNILAB)
Informativo ABA
Supervisão Editorial: Flavia Medeiros Santos e Lucybeth Camargo de Arruda
Edição: Carine Lemos e Roberto Pinheiro
Diagramação: Roberto Pinheiro
Endereço físico:
Universidade de Brasília
Campus Universitário Darcy Ribeiro - Asa Norte
Prédio do ICS - Instituto de Ciências Sociais - Térreo - Sala AT-41/29
Brasília/DF - CEP: 70.910-900
Tel: +55 61 99865-8256
Para correspondência:
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CEP: 70.842-970
Brasília/DF









